Não lembro exatamente o momento, mas não foi um momento legal... escrevi isso, e de repente achei perdido no meu computador:
Quando dar vontade de gritar bem alto algo diferente,
a angústia te assola mas você não sabe como,
tem tudo pra está bem, mas não consegue aceitar,
tem tudo pra esta mal, mas se acha melhor,
talvez não tenha nada, talvez seja um emblasto psicológico que se criou pra justificar alguma coisa,
posso sentir o que é, mas não consigo tocar,
não consigo ver porque não quero,
mas quero saber o que é:
por que sou assim? me prendo, mas algo quer me libertar,
me escondo querendo me mostrar,
totalmente paradoxal esse jeito de ser.
Eu tenho bom senso, mas mesmo assim sou assim
palavras tortas em versos tortos com vontade de dizer se calando,
se tornar decifrável, é algo especial, mas no fundo não querendo.
A humildade é algo bom pra mim, me faz sentir bem,
pois torna especial um ponto de uma reta.
Eu quero explicar o que não se pode explicar,
mas essa cegueira me faz bem: quem é feliz, talvez não se questione, talvez viva uma ilusão, mas consegue viver. qual é a solução?
nem tudo é cálculo, nem tudo é exato, mas queria que fosse.
Às vezes a dinamicidade das coisas me deixam assim,
jogando pra todos os lados à procura de algo,
algo simples, ou complexo. É bom quando a gente encontra,
seria bom se não dependêssemos de nós mesmos.
Às vezes é preciso uma surra, mas daquelas que não dói na pele,
aquela que dói na alma, pra poder se sentir inferior a tudo sendo você melhor que tudo,
melhor no sentido de diferente. Até o que é bom se confunde,
não existe uma palavra para todas as coisa, talvez se existisse seria melhor os meus cálculos, acho que vou tentar inventar isso
vou ser melhor em algo e diferente querendo ser igual.
As coisas contraditórias geram bom som, parece aquelas horas em que escutamos algo familiar, é nessa horas que nos identificamos e aceitamos com preguiça de questionar.
a angústia te assola mas você não sabe como,
tem tudo pra está bem, mas não consegue aceitar,
tem tudo pra esta mal, mas se acha melhor,
talvez não tenha nada, talvez seja um emblasto psicológico que se criou pra justificar alguma coisa,
posso sentir o que é, mas não consigo tocar,
não consigo ver porque não quero,
mas quero saber o que é:
por que sou assim? me prendo, mas algo quer me libertar,
me escondo querendo me mostrar,
totalmente paradoxal esse jeito de ser.
Eu tenho bom senso, mas mesmo assim sou assim
palavras tortas em versos tortos com vontade de dizer se calando,
se tornar decifrável, é algo especial, mas no fundo não querendo.
A humildade é algo bom pra mim, me faz sentir bem,
pois torna especial um ponto de uma reta.
Eu quero explicar o que não se pode explicar,
mas essa cegueira me faz bem: quem é feliz, talvez não se questione, talvez viva uma ilusão, mas consegue viver. qual é a solução?
nem tudo é cálculo, nem tudo é exato, mas queria que fosse.
Às vezes a dinamicidade das coisas me deixam assim,
jogando pra todos os lados à procura de algo,
algo simples, ou complexo. É bom quando a gente encontra,
seria bom se não dependêssemos de nós mesmos.
Às vezes é preciso uma surra, mas daquelas que não dói na pele,
aquela que dói na alma, pra poder se sentir inferior a tudo sendo você melhor que tudo,
melhor no sentido de diferente. Até o que é bom se confunde,
não existe uma palavra para todas as coisa, talvez se existisse seria melhor os meus cálculos, acho que vou tentar inventar isso
vou ser melhor em algo e diferente querendo ser igual.
As coisas contraditórias geram bom som, parece aquelas horas em que escutamos algo familiar, é nessa horas que nos identificamos e aceitamos com preguiça de questionar.

Nenhum comentário:
Postar um comentário