Hoje acordei, abri o orkut e tava lá "Simplicity of character is the natural result of profound thought". Isso depois de não ter dormido direito por pensar tanto em algo que foi colocado como "supérfluo", será que tenho simplicidade de caráter? Bem, ainda não sei responder isso... a busca por respostas precisas quando se tem nas mãos apenas variáveis imprecisas e mutáveis parece ser uma reflexão sem lógica. O ser humano é imprevisível, parece que temos saudades da infância e tentamos vivê-las novamente para que as coisas pareçam mais divertidas, mas depois, assim como uma travessura descoberta, ficamos mal consigo mesmo e voltamos a ser racional, e continua sempre nisso, alguém pode sempre está na linha e se sentir bem? Isso retrata o quanto nós temos problemas com nós mesmos, quer dizer, talvez somente pessoas como eu, que tenta ver as coisas da forma mais racional possível, outras apenas se deixam levar. Outra pergunta me surgiu hoje nos meus devaneios noturnos foi a seguinte: o quão instintivos nós somos? Ou melhor, pra ficar mais humanizado: o quão sentimental nós somos? É por causa desse sentimentalismo que fazemos as tais "travessuras" sem pensar nas conseqüências. Mas e aí, o quanto podemos confiar nas pessoas sabendo dessa sua dinamicidade de caráter? Sabendo que a qualquer hora o barco pode perder o rumo, e você está dentro desse barco sem saber que ele ta perdido. A melhor coisa é ter o controle, principalmente, em cima daquilo que você presa muito, mas controlar demais desgasta e desconfiar demais também. A alternativa talvez seja esperar que as coisas aconteçam naturalmente, pelo menos assim, você terá uma variável mais precisa para tirar conclusões. então, o que eu quero realmente é torcer para que minhas incertezas não se tornem certezas, seja isso bom ou ruim.
domingo, 13 de abril de 2008
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